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12 ago 2019

#PerfectNaMídia Aplicação aérea depende do clima para maior efetividade nas culturas

O clima continua sendo a principal preocupação dos produtores brasileiros, impactando diretamente na produtividade e na qualidade das culturas, é ele o responsável por direcionar a maioria das decisões nas fazendas. Chuva, vento ou mesmo o calor em excesso são prejudiciais para diversas atividades no campo, incluindo a aplicação de defensivos agrícolas, essenciais para o controle de doenças e pragas. Durante o Congresso de Aviação Aérea, que ocorreu entre os dias 30 de julho e 01 de agosto, em Sertãozinho (SP), diversos especialistas do segmento estiveram reunidos para debater, entre outros temas, como otimizar as aplicações aéreas considerando as diferenças climáticas.

“Muito se discute na atualidade sobre a quantidade de defensivos que os produtores usam nos alimentos. Segundo os dados da FAO, o consumo relativo no país foi de 4,31 quilos de defensivos por hectare cultivado em 2016. Porém, grande parte desse valor não tem uma atuação efetiva nas plantações. Em decorrência das condições climáticas, essas pulverizações se perdem com facilidade”, explica João Castro, CEO do Agroclima PRO da Climatempo, serviço de agrometeorologia 4.0 da Climatempo.

De acordo com o agrometeorologista – que apresentou a palestra Inteligência meteorológica nas operações aeroagrícolas, no dia 31 –, com o monitoramento correto do clima na região onde as culturas estão instaladas seria possível reduzir o número e a quantidade de aplicações de produto. “Com informações em tempo real fornecidas por satélite, radares e estações é possível antever situações críticas do clima e otimizar as atividades de pulverização, principalmente utilizando aviões agrícolas”, diz. Os dados são valiosos para o produtor, já que de acordo com levantamento da Embrapa o agronegócio brasileiro perde cerca de R$ 55 bilhões por ano com o ataque de pragas e doenças.

Para orientar os produtores sobre como empregar seus recursos de maneira efetiva, o Agroclima PRO e a Perfect Flight, startup pioneira na gestão da aplicação aérea no setor agrícola, se uniram para oferecer um serviço exclusivo para o campo. A integração das empresas reforça a ideia de uso conjunto das soluções tecnológicas, uma vez que, com as ferramentas, o produtor rural conseguirá chegar próximo à eficiência total no momento da aplicação de defensivos aéreos, com toda a informação e o controle que a tecnologia consegue promover.

“O clima é extremante importante para definir o momento ideal para a pulverização. Ao usar o Agroclima PRO aliado aos nossos mapas, que apontam os locais e as quantidades de defensivos que devem ser aplicados, o produtor conseguirá diminuir o risco de perdas por intempéries climáticas e ter uma produção com mais qualidade”, comenta Leonardo Luvezuti, gestor de Operações da Perfect Flight.

Durante o Congresso de Aviação Aérea, os visitantes puderam acessar o aplicativo da Perfect Flight, capaz de gerar mapas que possibilitam visualizar as faixas de aplicação e as áreas de proteção ambiental, além de gerar relatórios de análises das pulverizações. O sistema foi construído em ambiente de nuvem (cloud computing) e pode ser executado em qualquer computador, tablet ou smartphone com acesso à internet.

Os visitantes também puderam entender melhor as funcionalidades do Agroclima PRO, ferramenta com a qual o agricultor vai poder acompanhar as previsões do tempo para 72 horas, 15 dias e às tendências climáticas para os próximos seis meses. Dados que permitem um planejamento muito mais assertivo da safra e o controle efetivo das lavouras.

Fonte: Climatempo
05 ago 2019

#PerfectNaMídia Empresas sanjoanenses miram o mercado internacional

O jornal Valor Econômico trouxe, na última semana, reportagem destacando a startup sanjoanense Perfect Flight, de propriedade dos empresários Kriss Corso e Josué Corso. Atuando na cadeia produtiva do agronegócio, com rastreabil idade e gestão sustentável da operação de pulverizações de insumos por meio de tecnologia vvcb nuvem (Cloud computing architeture), a Perfect Flight fechou parceria com 0 empresário Norival Bonamichi, sócio-fundador da indústria veterinária Ouro Fino e da empresa de mesmo nome que atua no segmento de agrotóxicos.

Bonamichi investiu R$3 milhões na startup e terá 12% do capital da empresa, avaliada em cerca de RS 25 milhões. O fundador da Ouro Fino será o presidente do conselho da companhia e poderá investir outros RS 3 milhões caso a empresa cumpra metas pré-estabelecidas. 0 investimento de Bonamichi vai ajudar a Perfect Flight a expandir sua atuação para outros países.

Isso é o que garante Kriss Corso, 0 qual, junto do primo Josué, detém 60% da empresa. “A gente já vem prospectando essa expansão internacional há algum tempo. Algumas das nossas patentes já saíram, como por exemplo da Argentina. Então Primos: Josué e Kriss Corso querem expandir Perfect Flight na America Latina, nos EUA e na Europa já estamos com um projeto bastante arrojado com alguns parceiros que vamos revelar num segundo momento, para fazer toda a América do Sul. Norte e Central. E já estamos evoluindo bastante na Austrália”, conta.

Corso ainda revela que estão cm fase final de negociação com um fundo americano que vai comprar uma porcentagem pequena da Perfect Flight, mas que vai permitir que a expansão internacional ocorra cm razão do nível de parceiros que 0 fundo tem e pelo que já investiu. Hoje, a sanjoanense já tem como parceiros e clientes empresas como a multinacional Svngcnta. Raízen, Cosan e Shell. (R.B.)

Fonte: Jornal O Município. Link da matéria na íntegra: http://www.omunicipio.jor.br/wordpress/2019/07/26/empresas-sanjoanenses-miram-o-mercado-internacional/
16 jul 2019

#PerfectNaMídia – Fundador da Ouro Fino investe R$3 milhões em startup agrícola

SÃO PAULO – O empresário Norival Bonamichi, sócio-fundador da indústria veterinária Ouro Fino e da empresa de mesmo nome que atua no segmento de agrotóxicos, investiu R$3 milhões na startup agrícola Perfect Flight.

O aporte avaliou a startup em cerca de R$25 milhões. Com a compra, Bonamichi terá 12% do capital da Perfect Flight e será o presidente do conselho da companhia. Pelos termos do acordo assinado com a startup, o fundador da Ouro Fino poderá investir outros R$3 milhões caso a companhia cumpra “metas pré-estabelecidas”.

Sediada em São João da Boa Vista (SP), a Perfect Flight desenvolveu um sistema que permite analisar a qualidade da aplicação de agrotóxicos pulverizados por avião. Entre os clientes da empresa, estão grupos com a Raízen, joint venture entre Cosan e Shell que lidera a produção mundial de açúcar. Em nota, a Perfect Flight informou que o investimento de Bonamichi deve ajudar a companhia expandir sua atuação para América Latina, Estados Unidos e Europa.

Fonte: Valor Econômico.
14 jul 2019

Startups crescem no país e caminham para regulamentação própria

O empreendedorismo digital ganha cada vez mais força no país, porém, para as ideias seguirem adiante, os proprietários das startups esbarram em normas burocráticas, como qualquer outra empresa, mas sem especificações para essa modalidade. Para facilitar o surgimento e crescimento desse segmento, orientando o ambiente de negócios e facilitando o investimento em startups, os ministérios da Economia e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) realizaram até o mês de junho uma consulta pública sobre o Marco Legal de Startups e Empreendedorismo Inovador, que está em desenvolvimento pelo governo federal em parceria com representantes da iniciativa privada.

O Marco Legal das Startups representa uma série de regras para definir as normas e boas práticas do setor. A etapa de consulta pública foi concluída em 23 de junho, para, em seguida, apresentar uma proposta ao Congresso Nacional. Os brasileiros opinaram sobre o que precisa ser feito para o mercado de startups. O objetivo é identificar gargalos que impedem a criação, o crescimento, a expansão e a internacionalização dessas empresas.

As startups envolvem alto risco de investimento, então a legislação vigente precisa ser adaptada para a realidade desse segmento. A Perfect Flight, por exemplo, faz parte desse grupo de empresas e surgiu no final de 2015 com a proposta de oferecer um controle assertivo de monitoramento aéreo de defensivos agrícolas.

Como a ideia dos fundadores era inovadora e pioneira, teve grande receptividade do mercado, no entanto, Paulo Villela, executivo comercial da empresa, destaca que a regulamentação teria dado mais segurança no trabalho ao longo do caminho. “Com direcionamentos mais precisos, ganhamos força também na atração de investidores. Assim, aumentaríamos em volume a equipe comercial.”

O objetivo de jovens empreendedores que criam startups é fazer delas um negócio que entregue valor ao mercado e solucione problemas da sociedade. Para ampliar o alcance e a escalabilidade da empresa, receber o investimento de capital estrangeiro costuma ser uma das metas no segmento, uma vez que assim é possível ampliar o interesse do mercado por esse modelo de negócio. “Na Perfect Flight, nossa ideia é aumentar o impacto das nossas soluções. Vivemos em fase contínua de investimento, para alcançar o maior potencial e resolver questões de perdas econômicas, além de levar sustentabilidade para o agronegócio”, comenta Leonardo Luvezutti, gestor de operações da startup.

Em 2018, a Perfect Flight passou do primeiro milhão em seu faturamento anual. O gestor de operações da startup enfatiza que eles já começaram a chamar a devida atenção do mercado e seguem um caminho de expansão. “Empresas e investidores nos procuram com frequência, por isso queremos estar cada vez mais estruturados para nos abrirmos para esse mercado de capital. As expectativas de crescimento são muito positivas em vários sentidos, envolvem desde novos contratos até as metas de dobrar o processamento de aplicações e ter mais força regional.”

Já o executivo comercial da startup acrescenta que a expectativa é cobrir mais da metade da área voada em cana-de açúcar do Brasil. “Também estamos sempre avaliando parcerias, para levar um pacote ainda mais completo aos agricultores. Sempre lançamos novidade dentro do nosso serviço”, afirma Paulo.

As conjunturas promissoras estimulam a abertura de novos empreendimentos e, atualmente, o Brasil contabiliza mais de 10 mil empresas no setor, segundo a Associação Brasileira das Startups (Abstartups). O cenário positivo atrai capital estrangeiro. Só no ano passado, fundos internacionais formados por grupos de investidores, os chamados venture capital, injetaram US$ 1,3 bilhão (R$ 5,1 bilhões) em diferentes startups, volume 51% superior ao de 2017, conforme dados da Associação Latino-americana de Private Equity e Venture Capital. O montante aplicado no Brasil representou 65% de todos os investimentos feitos na América Latina.

Fonte: Programa Sucesso no Campo
10 jul 2019

Uso de defensivos no Brasil é menor que em países da Europa

O ranking das Organizações das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sobre o uso de defensivos por hectare cultivado, mostra o Brasil na 44ª posição, atrás da Europa. Segundo os dados, o consumo aproximado no país foi de 4,31 quilos por hectare cultivado em 2016.

Os países em destaque que utilizam mais defensivos que o Brasil são: Países Baixos, Bélgica, Itália, Montenegro, Irlanda, Portugal, Suíça e Eslovênia.

O consumo de defensivos no Brasil é influenciado pela ocorrência de duas ou três safras no ano (cultivos de inverno e safrinha). É preciso usar defensivos para o controle de pragas pois não há quebra do ciclo de reprodução, em função das condições tropicais da agricultura brasileira, enquanto que em regiões de clima temperado as pragas são inativadas nos períodos de frio.

Qualidade

Segundo o presidente da Comissão Codex Alimentarius, Guilherme Costa, o Brasil exporta seus produtos agrícolas para 160 países e atende todos os critérios de qualidade estabelecidos pelos importadores.

Uso de defensivos

Os defensivos agrícolas quando aplicados corretamente oferecem maior precisão na aplicação em melhores condições ambientais, maior qualidade do produto, resolvem situações de infestações sem externalidades negativas, não representando perigo à população.





Fonte: Ministério da Agricultura. Confira a matéria na íntegra: www.agricultura.gov.br
17 jun 2019

Embrapa destaca a segurança e importância da aviação agrícola

A Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa) divulgou na última semana uma Nota Técnica destacando a segurança da aviação agrícola no trato de lavouras e reforçando a necessidade de um debate livre de preconceitos para se estabelecer no País uma política de segurança alimentar e energética. Assinado pelo pesquisador Paulo Estevão Cruvinel, o documento diz que “a aplicação de defensivos quando bem orientada pode resolver situações de infestações sem externalidades negativas, não representando um perigo a priori quando fundamentada nas boas práticas, que envolvem capacitação, uso de métodos e tecnologias”.

Intitulada Contribuições para requisitos em operações aeroagrícolas, a nota se baseia nos resultados de quatro anos de pesquisas sobre pulverizações aéreas, realizadas entre 2013 e 2017 em parceria com o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag). Coordenado por Cruvinel, o projeto Desenvolvimento da Aplicação Aérea de Agrotóxicos como Estratégia de Controle de Pragas Agrícolas de Interesse Nacional abrangeu estudos em lavouras de soja, arroz e cana-de-açúcar no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A pesquisa foi a maior já feita no País sobre tecnologias aeroagrícolas e envolveu, além do Sindag e empresas associadas, seis centros de pesquisa da Embrapa, além de 10 universidades parceiras e empresas de tecnologias.

A nota da Embrapa fala sobre a história de mais de 70 anos da aviação agrícola brasileira, destacando os avanços em alta tecnologia desde os anos 90 e lembrando que, desde os anos 60, trata-se da única ferramenta de aplicação com regulamentação específica, por isso mesmo a mais facilmente fiscalizável. O documento ainda adverte que o País ainda não tem um plano de segurança alimentar e energética e os poderes públicos precisam se debruçar sobre o tema, promovendo um debate sem preconceitos, alinhando a sustentabilidade ambiental à produção em escala.

Para o presidente do Sindag, Thiago Magalhães, a nota da Embrapa vai ao encontro da estratégia do sindicato aeroagrícola, no sentido de dar consistência ao debate em torno do uso de insumos nas lavouras. “Temos há anos uma política séria de boas práticas no campo e um trabalho de aproximação com a sociedade, mas que seguidamente é prejudicado pela energia que se gasta contra mitos. Basicamente por falta de informação às vezes inclusive por parte de autoridades”, ressalta Magalhães.

O documento de agora da Embrapa ratifica e complementa outra nota técnica que havia que havia sido emitida em 2016, no final das pesquisas sobre pulverização aérea. O documento na época havia sido assinado por Cruvinel e pelo professor Wellington Pereira Alencar de Carvalho, da Universidade Federal de Lavras e um dos coordenadoras do programa de Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS), que também participou da pesquisa. O documento na época já dizia que os trabalhos indicavam “que, utilizando todo seu potencial tecnológico, a aplicação aérea de agrotóxicos, nas culturas citadas, reúne condições de qualidade, eficiência e precisão, inclusive no que se refere à proteção ambiental”.

A nota emitida na última semana cita como recomendações que na verdade reforçam rotinas já existentes em toda a aviação agrícola, como o monitoramento das operações através do GPS diferencial (DGPS) – equipamento utilizado por 100% da frota e que, além de orientar o piloto em cada faixa de aplicação, registra (em arquivo inviolável) todo o voo, assinalando exatamente onde o avião passou aplicando e o trajeto com sistema de pulverização fechado. Outra recomendação reforçou a importância do relatório de cada operação, feito pelos empresários aeroagrícolas e obrigatório desde 2008 pelo Ministério da Agricultura. Esse relatório abrange desde a equipe envolvida e produto aplicado, até o mapa de DGPS da área e as condições meteorológicas. Tudo à disposição de fiscalizações na empresa e com resumo enviado mensalmente ao Ministério.

Cruvinel lembra que o País tem uma expectativa de crescimento de 20% até 2022, enquanto as áreas de lavouras devem crescer apenas 9%. “Porém, em um país tropical, o clima é favorável a pragas e diversidade de hospedeiros, o que implica em buscar estratégicas e tecnologias para dar mais precisão às aplicações para garantir produção em escala.” Nesse sentido, segundo a Embrapa, a experiência brasileira de uso de insumos para tecnologias diversas é uma das melhores do mundo. Porém, o País ainda sofre com a falta de consistência e polarização no debate sobre uma estratégia ampla para controle de pragas. “No Brasil, a perda de alimentos é estimada em 26,3 milhões de toneladas, com aproximadamente 18% desse total se perdendo ainda no campo, devido à falta de conhecimento e aporte tecnológico para um manejo adequado, principalmente naqueles envolvidos no controle de pestes e pragas.”

FONTE: CANAL RURAL. Leia a matéria na íntegra em: https://blogs.canalrural.uol.com.br/aviacaoagricola/2019/06/10/embrapa-destaca-a-seguranca-e-importancia-da-aviacao-agricola/?_ga=2.26007421.1374084543.1560169270-263862308.1560169270
29 maio 2019

Startup de monitoramento de defensivos agrícolas aéreo integra previsão do tempo ao sistema

O objetivo da iniciativa é levar ainda mais sustentabilidade, assertividade e economia para o campo A sustentabilidade está ligada a uma rede de interação entre os meios ambientais, econômicos e sociais. No campo, a tecnologia tem sido uma grande aliada para colocar esse conceito em prática, com soluções que geram melhores resultados financeiros e redução de impactos na natureza. Diante disso, a Perfect Fligth integrou ao seu sistema de monitoramento aéreo para aplicação de defensivos agrícolas, a previsão do tempo. A medida ajuda a reduzir custos relacionados às perdas de produtos para o controle de pragas com chuvas inesperadas e outros efeitos climáticos que prejudicam a ação dessas formulações. A startup brasileira já oferece mapas para o plano de voo, além dos gráficos com os resultados e análises pós-aplicação. “Pensando em oferecer uma ferramenta que proporcione mais assertividade, incluímos ao nosso sistema a previsão do tempo, que leva informação sobre a direção dos ventos, a inversão térmica, além da previsão de chuva”, conta Rafael Ferreira, gerente de sustentabilidade e relacionamento da Perfect Flight. A inversão térmica, por exemplo, é um fenômeno meteorológico em que o ar próximo ao solo apresenta uma temperatura menor que as camadas de ar superiores. Rafael explica que essa condição climática causa a suspenção das gotas dos defensivos, que assim podem ser carregadas por ventos, podendo atingir outras plantações ou localizações que não são o foco da aplicação. “A previsão de todas as condições do tempo é essencial para o produtor não ter prejuízos na plantação, escolhendo a melhor data e situação climática para realizar a pulverização”, ressalta. Os investimentos em inovações na plataforma da Perfect Fligth visam as soluções dos problemas do campo. A aceitação das agtechs, como são denominadas as startups com foco no agronegócio, no mercado nacional é tanta que o Brasil já registra 300 companhias no setor, segundo dado apresentado durante o Fórum de Inovação da Agrishow 2019. “Por meio do desenvolvimento de novas tecnologias e o aprimoramento do que já está disponível, as ações dos produtores rurais não precisam mais ser intuitivas e arriscadas. São cada vez mais precisas, garantem bons resultados na safra, mais lucro em espaços de terra menores e ainda mais sustentáveis”, diz o gerente de sustentabilidade e relacionamento da Perfect Fligth. Fonte: ComTexto Comunicação Integrada Fonte: Sucesso no Campo
14 maio 2019

#PerfectNaMídia – Startup sanjoanense, Perfect Flight demonstra aplicativo na Agrishow 2019

A Agricultura 4.0 representa a aproximação entre tecnologia e campo, fomentando práticas digitais e promovendo cada vez mais assertividade, sustentabilidade e rentabilidade ao produtor. A realidade da conexão tecnológica no ambiente rural é observada pelo aumento do acesso à internet. Segundo dados divulgados pelo IBGE, o percentual de utilização da rede no campo passou de 33,6% para 41,0%, de 2016 a 2017. Nesse cenário, startups ganham força, como é o caso da Perfect Flight.

Atuando na cadeia produtiva do agronegócio, com rastreabilidade e gestão sustentável da operação de pulverizações de insumos por meio de tecnologia web nuvem (Cloud computing architeture), a Perfect Flight, que nasceu em São João da Boa Vista no fim de 2015, demonstrou suas soluções e funcionalidades durante a Agrishow 2019, realizada entre 29 de abril e 3 de maio, em Ribeirão Preto (SP).

A startup participou ao lado da Climatempo, que destacou as plataformas Radar Agro e Agroclima, para reforçar a ideia de uso conjunto das soluções tecnológicas, uma vez que, unindo as ferramentas, o produtor rural conseguirá chegar próximo à eficiência total no momento da aplicação de defensivos aéreos.

“O clima é extremante importante para definir a data da pulverização. Então, utilizar a previsão do tempo aliada aos nossos mapas, que apontam os locais e as quantidades de defensivos que devem ser aplicados, o produtor conseguirá economizar e ter uma produção com mais qualidade”, comentou Rafael Ferreira, gerente de sustentabilidade da Perfect Flight.

Durante a Agrishow, os visitantes tiveram acesso ao aplicativo da Perfect Flight para identificar a facilidade e simplicidade provenientes das soluções tecnológicas. “Participamos de diversas feiras pelo Brasil e em todas elas percebemos que, cada vez mais, a tecnologia vem ganhando espaço e importância. Os maquinários também estão evoluindo, e com as resoluções geradas pelas startups é possível usá-los com mais assertividade e lucratividade”, afirmou o gestor de operações da Perfect Flight, Leonardo Luvezutti.

Fonte: O Município
08 maio 2019

Agricultura 4.0

O que você entende por “Agricultura 4.0”? Vem comigo que te explico… Agricultura 4.0 é usar a tecnologia e a informática para gerenciar a lavoura e melhorar a produção. Agricultura digital não é apenas mandar uma mensagem , gravar um vídeo ou postar uma foto do campo nas redes sociais. Ela é a otimização de processos e custos por meio de ferramentas digitais, elevando o índice de produtividade e rendimento. A Perfect Flight está totalmente inserida no mundo digital, ajudando sempre você ter o melhor resultado no campo! Fonte: Canal Rural