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07 out 2019

#PerfectNaMídia Conectividade no campo gera qualificação setorial

A conectividade na área rural é sinônimo de maior produtividade, já que com ela é possível automatizar o trabalho e, ainda, desenvolver uma gestão estratégica por meio das informações disponibilizadas via aplicativos. De acordo com o Departamento de Inovação para a Agropecuária do MAPA, cerca de 6% a 9% da agricultura brasileira tem algum tipo de conexão, número que deve avançar com iniciativas públicas e privadas. A Perfect Flight, por exemplo, monitorou 3,184 milhões de hectares em pouco mais de três anos de atividade e, com a maior conectividade no campo, essa quantidade tende a crescer.

Para Alexis Hakim, gerente de business intelligence que fica responsável pela inteligência de dados da Perfect Flight, hoje existem diversos serviços que revolucionam positivamente os resultados obtidos nas propriedades brasileiras. Antes, o produtor não conseguia avaliar a aderência, acerto e falha das aplicações, por exemplo. Em alguns casos, por conta disso, o produtor sofria perdas significativas devido à infestação de pragas ocasionadas pela má distribuição dos defensivos.

“Agora, em 12 horas, com o aplicativo é possível identificar se a aplicação foi satisfatória ou não, o que favorece a agilidade na tomada de decisão, tudo graças à evolução digital”, enfatiza Alexis. O profissional também pontua que a conectividade no campo ainda é uma realidade em evolução, que tende a ser mais ampla e vantajosa.

Com plantações nos estados da Bahia e Minas Gerais, a Xingu Agri, referência na produção de algodão, é um exemplo de como os serviços da Perfect Flight ajudam na obtenção de produtividade. “Além do ganho tem a questão de otimização do tempo. As plantações são em estados diferentes e distantes, mas a conectividade com a internet permite que os dados cheguem ao produtor em um período mais rápido, sem perda de tempo”, analisa Tahishi Nitta, diretor de produção da Xingu Agri

O diretor ainda ressalta que “a atividade de monitoramento melhora a qualidade da aplicação e, consequentemente, da nossa produção. Aderimos ao serviço da Perfect Flight há dois anos e, na época, nossa equipe de tecnologia investiu em conectividade por conta da chegada da Perfect Flight e também para melhorar outras questões e equipamentos que dependem do sinal da web”. Segundo Nitta, a conectividade no campo está, ainda, atrelada ao desenvolvimento sustentável da agricultura.

Alexis conta que “existem empresas trabalhando para o melhoramento da conectividade no campo neste momento. Tanto gigantes da telecomunicação como startups em busca de soluções”. Ele ressalta, porém, que por causa do tamanho do território nacional ainda deve levar um tempo para que toda a extensão rural do país esteja conectada.

Para driblar a situação e não depender apenas dos investimentos governamentais, os agricultores brasileiros têm alternativas. Uma já utilizada pela maioria é adesão da internet via satélite, pontua o gerente de business intelligence.

Nas sedes das fazendas com esse tipo de conectividade, o desafio é expandir o serviço ao campo. Ciente dessa dificuldade, o processamento dos dados do aplicativo da Perfect Flight dispensa o sinal de internet. “O produtor só precisa da conectividade para submeter os logs, uma espécie de arquivo de voo que contém dados aéreos e da pulverização, e para visualizar o resultado da aplicação”, explica Alexis, mas ele ainda indica ao cliente, no mínimo, conectividade na sede da propriedade.

No entanto, para ampliar a gama de cliente e a satisfação daqueles que já aderiram ao serviço, a Perfect Fligth vem se estruturando para entregar funcionalidades que não dependam da conectividade em 100% do tempo. “Na versão do aplicativo em desenvolvimento, os dados ficarão armazenados no aparelho do produtor e o acesso às últimas aplicações poderá ser feito offline. Da mesma forma, o cliente conseguirá consultar informações atualizadas de mercado”, explica Alexis.

Para o profissional, a baixa conectividade no campo é um desafio, já que “inviabiliza análises mais rápidas”. Uma forma de entregar cada vez mais valor ao mercado, mesmo diante desse cenário, é agregar ao aplicativo novas ferramentas sistematicamente. “Mais recentemente, acoplamos ao sistema a função meteorológica, com isso ajudamos o produtor a evitar a aplicação em períodos de garoa, chuva, vento para não desperdiçar produtos e, em consequência, dinheiro”, afirma.

Fonte: Cultivar
16 set 2019

#PerfectNaMídia – Entrevista para o Confgresso da Aviação Agrícola do Brasil

O gerente de relacionamento e sustentabilidade, Rafael Ferreira, desvendou alguns mitos sobre o Congresso e explicou sua importância. Na entrevista ele também contou sobre o trabalho que a Perfect Flight realiza e todas as atividades do mercado. Confira o vídeo na íntegra.
02 set 2019

#PerfectNaMídia – Startups escolhidas para o programa Intensive Connection do AgTech Garage

Inaugurado em abril deste ano, o AgTech Garage, em Piracicaba, lançou seu programa de potencialização em julho. Realizado em parceria com a Bayer, OCP, Ourofino Saúde Animal e Sicredi, os innovation partners do hub, o Intensive Connection recebeu a inscrição de 98 startups. Foram escolhidas oito – entre elas, a Perfect Flight – que vão participar de mentorias, palestras, atividades de imersão e viagens a partir do dia 12 de setembro.

Na ocasião do lançamento do programa, o cofundador do hub, José Tomé, falou ao StartAgro que esperava que negócios fossem fechados nos quatro meses de duração do Intensive Connection. “Vamos proporcionar o engajamento dos parceiros”, disse.

Conheça as oito startups:

Perfect Flight – Oferece soluções de rastreabilidade e gestão sustentável da operação de pulverizações de insumos por meio de tecnologia de nuvem, além de relatórios de inteligência agronômica.

Safe Trace – Pioneira no desenvolvimento de soluções tecnologias para rastreabilidade que permitem o acompanhamento sanitário, ambiental e social em toda cadeia produtiva.

Elysios – Criadora de uma plataforma que conecta o agricultor familiar com cooperativas, distribuidoras e agroindústria, facilitando a comunicação e a rastreabilidade do cultivo.

Digifarmz – Desenvolveu uma plataforma digital que combina informações climatológicas, genéticas de cultivares, datas de semeadura, local e outros parâmetros para ajudar o produtor a tomar decisões no controle de doenças da soja. A startup também foi escolhida para o programa de aceleração do Brain, espaço de inovação da Algar Telecom.

Agrorobótica – Desenvolve equipamentos com tecnologia para análise de solo rápidas e acessíveis aos agricultores, que não geram resíduos químicos e são capazes de analisar 1500 amostras por dia.

Datafarm – Plataforma de processamento dos dados de solo e clima que auxilia no planejamento e na tomada de decisões.

Selenolife – Desenvolve soluções sob medida envolvendo compostos de selênio, enxofre e telúrio para cumprir funções variadas em aplicações agrícolas e nutricionais

Decoy Smart Control – Oferece produtos de controle biológico para a saúde animal com foco em carrapatos. As soluções não deixam resíduos nos alimentos, não possuem período de carência, não geram pragas resistentes e são seguros aos animais, aos aplicadores e ao meio ambiente.
12 ago 2019

#PerfectNaMídia Aplicação aérea depende do clima para maior efetividade nas culturas

O clima continua sendo a principal preocupação dos produtores brasileiros, impactando diretamente na produtividade e na qualidade das culturas, é ele o responsável por direcionar a maioria das decisões nas fazendas. Chuva, vento ou mesmo o calor em excesso são prejudiciais para diversas atividades no campo, incluindo a aplicação de defensivos agrícolas, essenciais para o controle de doenças e pragas. Durante o Congresso de Aviação Aérea, que ocorreu entre os dias 30 de julho e 01 de agosto, em Sertãozinho (SP), diversos especialistas do segmento estiveram reunidos para debater, entre outros temas, como otimizar as aplicações aéreas considerando as diferenças climáticas.

“Muito se discute na atualidade sobre a quantidade de defensivos que os produtores usam nos alimentos. Segundo os dados da FAO, o consumo relativo no país foi de 4,31 quilos de defensivos por hectare cultivado em 2016. Porém, grande parte desse valor não tem uma atuação efetiva nas plantações. Em decorrência das condições climáticas, essas pulverizações se perdem com facilidade”, explica João Castro, CEO do Agroclima PRO da Climatempo, serviço de agrometeorologia 4.0 da Climatempo.

De acordo com o agrometeorologista – que apresentou a palestra Inteligência meteorológica nas operações aeroagrícolas, no dia 31 –, com o monitoramento correto do clima na região onde as culturas estão instaladas seria possível reduzir o número e a quantidade de aplicações de produto. “Com informações em tempo real fornecidas por satélite, radares e estações é possível antever situações críticas do clima e otimizar as atividades de pulverização, principalmente utilizando aviões agrícolas”, diz. Os dados são valiosos para o produtor, já que de acordo com levantamento da Embrapa o agronegócio brasileiro perde cerca de R$ 55 bilhões por ano com o ataque de pragas e doenças.

Para orientar os produtores sobre como empregar seus recursos de maneira efetiva, o Agroclima PRO e a Perfect Flight, startup pioneira na gestão da aplicação aérea no setor agrícola, se uniram para oferecer um serviço exclusivo para o campo. A integração das empresas reforça a ideia de uso conjunto das soluções tecnológicas, uma vez que, com as ferramentas, o produtor rural conseguirá chegar próximo à eficiência total no momento da aplicação de defensivos aéreos, com toda a informação e o controle que a tecnologia consegue promover.

“O clima é extremante importante para definir o momento ideal para a pulverização. Ao usar o Agroclima PRO aliado aos nossos mapas, que apontam os locais e as quantidades de defensivos que devem ser aplicados, o produtor conseguirá diminuir o risco de perdas por intempéries climáticas e ter uma produção com mais qualidade”, comenta Leonardo Luvezuti, gestor de Operações da Perfect Flight.

Durante o Congresso de Aviação Aérea, os visitantes puderam acessar o aplicativo da Perfect Flight, capaz de gerar mapas que possibilitam visualizar as faixas de aplicação e as áreas de proteção ambiental, além de gerar relatórios de análises das pulverizações. O sistema foi construído em ambiente de nuvem (cloud computing) e pode ser executado em qualquer computador, tablet ou smartphone com acesso à internet.

Os visitantes também puderam entender melhor as funcionalidades do Agroclima PRO, ferramenta com a qual o agricultor vai poder acompanhar as previsões do tempo para 72 horas, 15 dias e às tendências climáticas para os próximos seis meses. Dados que permitem um planejamento muito mais assertivo da safra e o controle efetivo das lavouras.

Fonte: Climatempo
05 ago 2019

#PerfectNaMídia Empresas sanjoanenses miram o mercado internacional

O jornal Valor Econômico trouxe, na última semana, reportagem destacando a startup sanjoanense Perfect Flight, de propriedade dos empresários Kriss Corso e Josué Corso. Atuando na cadeia produtiva do agronegócio, com rastreabil idade e gestão sustentável da operação de pulverizações de insumos por meio de tecnologia vvcb nuvem (Cloud computing architeture), a Perfect Flight fechou parceria com 0 empresário Norival Bonamichi, sócio-fundador da indústria veterinária Ouro Fino e da empresa de mesmo nome que atua no segmento de agrotóxicos.

Bonamichi investiu R$3 milhões na startup e terá 12% do capital da empresa, avaliada em cerca de RS 25 milhões. O fundador da Ouro Fino será o presidente do conselho da companhia e poderá investir outros RS 3 milhões caso a empresa cumpra metas pré-estabelecidas. 0 investimento de Bonamichi vai ajudar a Perfect Flight a expandir sua atuação para outros países.

Isso é o que garante Kriss Corso, 0 qual, junto do primo Josué, detém 60% da empresa. “A gente já vem prospectando essa expansão internacional há algum tempo. Algumas das nossas patentes já saíram, como por exemplo da Argentina. Então Primos: Josué e Kriss Corso querem expandir Perfect Flight na America Latina, nos EUA e na Europa já estamos com um projeto bastante arrojado com alguns parceiros que vamos revelar num segundo momento, para fazer toda a América do Sul. Norte e Central. E já estamos evoluindo bastante na Austrália”, conta.

Corso ainda revela que estão cm fase final de negociação com um fundo americano que vai comprar uma porcentagem pequena da Perfect Flight, mas que vai permitir que a expansão internacional ocorra cm razão do nível de parceiros que 0 fundo tem e pelo que já investiu. Hoje, a sanjoanense já tem como parceiros e clientes empresas como a multinacional Svngcnta. Raízen, Cosan e Shell. (R.B.)

Fonte: Jornal O Município. Link da matéria na íntegra: http://www.omunicipio.jor.br/wordpress/2019/07/26/empresas-sanjoanenses-miram-o-mercado-internacional/
16 jul 2019

#PerfectNaMídia – Fundador da Ouro Fino investe R$3 milhões em startup agrícola

SÃO PAULO – O empresário Norival Bonamichi, sócio-fundador da indústria veterinária Ouro Fino e da empresa de mesmo nome que atua no segmento de agrotóxicos, investiu R$3 milhões na startup agrícola Perfect Flight.

O aporte avaliou a startup em cerca de R$25 milhões. Com a compra, Bonamichi terá 12% do capital da Perfect Flight e será o presidente do conselho da companhia. Pelos termos do acordo assinado com a startup, o fundador da Ouro Fino poderá investir outros R$3 milhões caso a companhia cumpra “metas pré-estabelecidas”.

Sediada em São João da Boa Vista (SP), a Perfect Flight desenvolveu um sistema que permite analisar a qualidade da aplicação de agrotóxicos pulverizados por avião. Entre os clientes da empresa, estão grupos com a Raízen, joint venture entre Cosan e Shell que lidera a produção mundial de açúcar. Em nota, a Perfect Flight informou que o investimento de Bonamichi deve ajudar a companhia expandir sua atuação para América Latina, Estados Unidos e Europa.

Fonte: Valor Econômico.
14 jul 2019

Startups crescem no país e caminham para regulamentação própria

O empreendedorismo digital ganha cada vez mais força no país, porém, para as ideias seguirem adiante, os proprietários das startups esbarram em normas burocráticas, como qualquer outra empresa, mas sem especificações para essa modalidade. Para facilitar o surgimento e crescimento desse segmento, orientando o ambiente de negócios e facilitando o investimento em startups, os ministérios da Economia e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) realizaram até o mês de junho uma consulta pública sobre o Marco Legal de Startups e Empreendedorismo Inovador, que está em desenvolvimento pelo governo federal em parceria com representantes da iniciativa privada.

O Marco Legal das Startups representa uma série de regras para definir as normas e boas práticas do setor. A etapa de consulta pública foi concluída em 23 de junho, para, em seguida, apresentar uma proposta ao Congresso Nacional. Os brasileiros opinaram sobre o que precisa ser feito para o mercado de startups. O objetivo é identificar gargalos que impedem a criação, o crescimento, a expansão e a internacionalização dessas empresas.

As startups envolvem alto risco de investimento, então a legislação vigente precisa ser adaptada para a realidade desse segmento. A Perfect Flight, por exemplo, faz parte desse grupo de empresas e surgiu no final de 2015 com a proposta de oferecer um controle assertivo de monitoramento aéreo de defensivos agrícolas.

Como a ideia dos fundadores era inovadora e pioneira, teve grande receptividade do mercado, no entanto, Paulo Villela, executivo comercial da empresa, destaca que a regulamentação teria dado mais segurança no trabalho ao longo do caminho. “Com direcionamentos mais precisos, ganhamos força também na atração de investidores. Assim, aumentaríamos em volume a equipe comercial.”

O objetivo de jovens empreendedores que criam startups é fazer delas um negócio que entregue valor ao mercado e solucione problemas da sociedade. Para ampliar o alcance e a escalabilidade da empresa, receber o investimento de capital estrangeiro costuma ser uma das metas no segmento, uma vez que assim é possível ampliar o interesse do mercado por esse modelo de negócio. “Na Perfect Flight, nossa ideia é aumentar o impacto das nossas soluções. Vivemos em fase contínua de investimento, para alcançar o maior potencial e resolver questões de perdas econômicas, além de levar sustentabilidade para o agronegócio”, comenta Leonardo Luvezutti, gestor de operações da startup.

Em 2018, a Perfect Flight passou do primeiro milhão em seu faturamento anual. O gestor de operações da startup enfatiza que eles já começaram a chamar a devida atenção do mercado e seguem um caminho de expansão. “Empresas e investidores nos procuram com frequência, por isso queremos estar cada vez mais estruturados para nos abrirmos para esse mercado de capital. As expectativas de crescimento são muito positivas em vários sentidos, envolvem desde novos contratos até as metas de dobrar o processamento de aplicações e ter mais força regional.”

Já o executivo comercial da startup acrescenta que a expectativa é cobrir mais da metade da área voada em cana-de açúcar do Brasil. “Também estamos sempre avaliando parcerias, para levar um pacote ainda mais completo aos agricultores. Sempre lançamos novidade dentro do nosso serviço”, afirma Paulo.

As conjunturas promissoras estimulam a abertura de novos empreendimentos e, atualmente, o Brasil contabiliza mais de 10 mil empresas no setor, segundo a Associação Brasileira das Startups (Abstartups). O cenário positivo atrai capital estrangeiro. Só no ano passado, fundos internacionais formados por grupos de investidores, os chamados venture capital, injetaram US$ 1,3 bilhão (R$ 5,1 bilhões) em diferentes startups, volume 51% superior ao de 2017, conforme dados da Associação Latino-americana de Private Equity e Venture Capital. O montante aplicado no Brasil representou 65% de todos os investimentos feitos na América Latina.

Fonte: Programa Sucesso no Campo
10 jul 2019

Uso de defensivos no Brasil é menor que em países da Europa

O ranking das Organizações das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sobre o uso de defensivos por hectare cultivado, mostra o Brasil na 44ª posição, atrás da Europa. Segundo os dados, o consumo aproximado no país foi de 4,31 quilos por hectare cultivado em 2016.

Os países em destaque que utilizam mais defensivos que o Brasil são: Países Baixos, Bélgica, Itália, Montenegro, Irlanda, Portugal, Suíça e Eslovênia.

O consumo de defensivos no Brasil é influenciado pela ocorrência de duas ou três safras no ano (cultivos de inverno e safrinha). É preciso usar defensivos para o controle de pragas pois não há quebra do ciclo de reprodução, em função das condições tropicais da agricultura brasileira, enquanto que em regiões de clima temperado as pragas são inativadas nos períodos de frio.

Qualidade

Segundo o presidente da Comissão Codex Alimentarius, Guilherme Costa, o Brasil exporta seus produtos agrícolas para 160 países e atende todos os critérios de qualidade estabelecidos pelos importadores.

Uso de defensivos

Os defensivos agrícolas quando aplicados corretamente oferecem maior precisão na aplicação em melhores condições ambientais, maior qualidade do produto, resolvem situações de infestações sem externalidades negativas, não representando perigo à população.





Fonte: Ministério da Agricultura. Confira a matéria na íntegra: www.agricultura.gov.br